Quando uma pessoa começa a perder ou não absorver água e sais minerais suficientes para a boa manutenção do organismo, é dito que ela está com um quadro clínico de desidratação. Apesar de muitos subestimarem os riscos desta doença, ela leva à morte milhares de crianças anualmente, a grande maioria vítimas de doenças comuns como a diarreia, que as leva a perder grande quantidade de líquidos.
Desidratação
A reposição constante dos líquidos perdidos é a melhor forma de prevenir e tratar a desidratação. Caso a vítima já se encontre desidratada, uma boa alternativa é a administração de soro fisiológico, seja ele industrializado ou soro caseiro. E atenção: cuidados redobrados com as pessoas idosas durante o período do verão, quando seus organismos podem desenvolver quadros de desidratação e hipertermia devido às altas temperaturas!
Um quadro de desidratação pode ser desenvolvido lentamente ou de forma muito rápida - na ausência de ingestão de água em tempos muito quentes, a pessoa pode encontrar-se desidratada em uma hora ou até menos. Essa doença também pode ser classificada de acordo com o nível de perda de líquidos: é considerada leve se a perda for menor que 5% em relação à massa corporal, moderada se entre 5% e 8% e grave quando a perda é maior que 8% - obviamente, quanto mais grave for a desidratação e mais prolongada for, maiores são os riscos para o organismo.
Inicialmente, a pessoa sentirá cansaço, confusão mental e dor de cabeça - infelizmente tais sintomas são muito comuns, dificultado diagnosticar a desidratação. Alguns sintomas que tornam mais evidente o quadro clínico são a redução da quantidade de urina produzida e constipação intestinal. No caso de bebês e crianças pequenas, moleira baixa, ausência de saliva e irritabilidade são outros sintomas bastante comuns nesses casos.